Author Archives: AlanCubj

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Gira de Pombo-Gira

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Passes com as POMBA-GIRA

Com a liberação da mulher, vieram a respon­sabilidade, os direitos e os deveres. Pomba-Gira popularizou-se com a expansão da Umbanda e dos demais cultos afro-brasileiros nos anos 60 e 70 do século XX e, em meio a multiplicidade de cultos com ela presente em todos, sua força era indiscutível e sue poder foi usufruído por todos os que iam se consultar com ela. Não demorou a descobrirem que ela atendia a todos os pedidos, inclusive aos de “amarrações para o amor”, para “separação de casais” e outros pedidos bem terrenos dos humanos.

Como ninguém se preocupou em fundamentá-la en­quanto Mistério da Criação e instrumento repressor da Lei Maior e da Justiça Divina, temidíssima justamente em um dos campos mais controvertidos da natureza dos seres, que é justamente o da sexualidade, eis que não foram pou­cas as pessoas que foram pedir o mal ao próximo e adqui­riram terríveis carmas, todos ligados aos relaciona­men­tos amorosos ou passionais.

Nada como pedir para as “moças da rua” coisas que não seriam muito bem vistas pelo “povo da direita”.

Assim, Pombagira tornou-se a ouvinte e conselheira de muitas pessoas com problemas nos seus relacio­namentos amorosos, procurando atender a maioria das solicitações, fixando em definitivo um arquétipo poderoso e acessível a todas as classes sociais.

Junto à explosão descontrolada das manifestações de Pombagiras, vieram os males congênitos, que acom­panham tudo o que é poderoso: os abusos em nome das entidades espirituais, tais como os pedidos de jóias e per­fumes caríssimos; de vestes ricas e enfeitadas, de oferendas e mais oferendas caríssimas; de assenta­men­tos luxuosos e os­tentativos; de cobrança por trabalhos realizados por elas, mas recebidos em espécie por encarnados, etc.

Pombagira também serviu de desculpa para que al­gumas pessoas atribuíssem a ela seus comportamentos no campo da sexualidade.

Ainda que hoje saibamos que elas são esgotadoras do íntimo das pessoas negativadas por causa de decep­ções e frustrações nos campos do amor, no entanto ainda hoje vemos um caso ou outro que atribuem à Pombagira o fato de vibrarem determinados desejos ou compulsões ligadas ao sexo. Mas a verdade indica-nos exatamente o contrário disso, ou seja, a “mulher da rua” atua esgotando o íntimo de pes­soas e de espíritos vítimas de desequilíbrios emocionais ou conscienciais, pois essa é uma de suas muitas funções na Criação.

Existem pessoas que acreditam que as guardiãs Pomba Giras são entidades que fazem o mal! Que trabalham pra fazer amarrações, amarrando homens, mulheres, fechando caminhos, etc. Amarrados em sua ignorância estão as pessoas que pensam dessa forma.

As guardiãs Pomba Giras são Divindades que atuam no pólo negativo do nosso Criador, atuando no trono dos desejos. Quando falamos em desejos, muitos relacionam somente ao desejo do sexo. Irmãos, elas são atuantes dos desejos em todos os campos e sentidos da vida e no sexo elas freiam, esgotam todos os excessos e vícios ligados a esse sentido, dando equilíbrio ao ser humano, elas são grandes conhecedoras de nossas fraquezas.

São divindades que formam uma linha de forças com o trono da vitalidade ( Senhores Exus) e estimulam toda a criação, quando precisamos do auxilio delas, se formos merecedores elas vem nos auxiliar, cortando magia trevosa, quebrando demandas, desmanchando trabalhos negativos, nos dando a saúde e prosperidade e nos estimulando na fé, no amor, no conhecimento, na evolução e em todos os campos e sentidos da vida, pois elas trazem em si a força do trono dos desejos e também as forças de nossas Mães Orixás. Portanto, meus irmãos, vamos amar e respeitar todas as Guardiãs Pomba Giras da nossa Umbanda Sagrada, pois elas nos auxiliam, nos amparam, abrem nossos caminhos e nos estimulam no desejo pela vida.

Por Walter Nkosi, especialista em cultura bantú e professor de Kimbundu, a principal língua dessa etnia. Cultura Bantu-Brasileira-Ngamba, o guardião: no Brasil é conhecido por Ngamba, que significa guardião em idioma bantú, e exerce funções semelhantes a Nkomdi. Nos Candomblés de Angola e Kongo, também são denominados Njila/Nzila ou Pambú Njila, o ‘Senhor Guardião do Caminho’, proveniente do idioma kimbundu; pambu (fronteira, encruzilhada…), njila (rua, caminho…), ‘o que caminha nas ruas, estradas, fronteiras, encruzilhadas… As funções atuantes do guardião são atribuídas exclusivamente para um Nkisi masculino, não cabendo a mesma para Nkisi feminino. No entanto, é notório a miscigenação nos candomblés em geral, onde entidades da Umbanda, conhecidas em tempos remotos por ‘povo da rua’ se intitularam erroneamente na atualidade como deidade africana, rei e rainha do candomblé, Pombagira, Legba e entidades exercendo funções masculinas de guardião. A falta de informação sobre a religião direciona os adeptos a práticas religiosas indevidas, propala e contribui para um distanciamento cada vez maior do culto tradicional africano. Urge maior conhecimento e seriedade nos cultos.

Aqui, reproduzimos parte do artigo para que nossos leitores saibam de onde se originou o nome “Pombagira” ou “pombogira” usados atualmente na Umbanda e nos demais cultos afro-brasileiros; é uma corruptela de Pambú Njila, o Guardião dos Caminhos e das Encruzilhadas no culto de nação Bantu, da língua Kimbundu.

Eu já li em outro autor, isso há mais de 30 anos, que o nome “Pombagira” derivava de Bombogira, entidade do culto angola que é muito oferendada nos caminhos e nas encruzilhadas, mui­to temida e respeitada na região africana onde é cultuada.

Há outras informações que nos revelam que Pombo-Gira ou Pombagira ou Bombogira é derivada das “yamins” cultuadas na sociedade matriarcal secreta conhecida como “gelede”.

Se são cem por cento corretas ou só parcialmente, isso fica a critério de cada um, porque o fato é que existem, sim, espíritos femininos que incorporam em suas médiuns e apresentam-se como Pombagiras na Umbanda, assim como nos demais cultos afro-brasileiros.

Suas manifestações, informam-nos os mentores espirituais, são anteriores à Umbanda e já aconteciam esporadica­mente nas “macumbas” do Rio de Ja­neiro, bem descritas no livro As Reli­giões do Rio, de autoria de João do Rio, livro esse reeditado em 2006, mas onde não há uma descrição detalhada dos nomes das entidades, e sim, apenas algumas informações, valiosíssi­mas, ainda que parciais.

Muitos autores umbandistas atribuí­ram-lhe o grau de Exu feminino em razão da falta de informações sobre essa entidade e do fato de manifestar-se nas linhas da esquerda, ocupadas por Exu e por Exu Mirim. Inclusive, alguns a descreveram como esposa de Exu e mãe de Exu Mirim.

Não devemos creditar essas inter­pretações, se errôneas, a ninguém, porque todos fomos vítimas da falta de informação e da desinformação geral, que geraram toda uma forma anômala de descrever as desconhecidas manife­stações de entidades, que também nada revelaram sobre seus fundamentos divinos, e deixaram para a imaginação e a criatividade de cada um os conceitos sobre eles.

Se agora temos espíritos mensa­geiros que estão chegando até nós para que fundamentemos as incorporações umbandistas nas divindades-mistérios, então só temos de agradecer pelo que, finalmente, nos está sendo concedido.

Pai Benedito de Aruanda, o espírito mensageiro que está nos trazendo a fun­damentação dos mistérios que se ma­nifestam na Umbanda, co­bra-nos um ri­goroso respeito pelos um­bandistas que semearam a Umbanda, o culto aos Orixás, as linhas de tra­balhos espirituais, a forma do culto umbandista e os no­mes aportuguesados dos no­mes africanos que nos che­garam, trazidos pe­los nossos antepas­sa­dos vin­dos da áfrica, de toda ela, assim como aos nomes aportuguesados perten­centes ao tronco lingüís­tico tupi-guarani. (…)

O Mistério Pombagira abriu-se por inteiro na Um­banda e tanto pode ser esse quanto outro nome para identificá-lo porque, enquanto Orixá, seu ver­da­deiro nome nunca foi revelado na Teo­gonia Nagô; ele se encontra oculto entre os 200 Orixás desconhecidos, porque a Pom­bagira não foi humanizada no tempo como foram Exu, Oxalá, Iemanjá e todos os outros Orixás do panteão yorubano, muitos deles des­conhecidos pelos um­bandistas e por boa parte dos segui­dores de outros cultos afros. (…)

Portanto, Pambu Njila para o guar­dião Bantu semelhante ao Exu Nagô e Pombagira para a guardiã umbandista, Rainha das Encruzilhadas da Vida e Senhora dos Caminhos à esquerda dos Orixás.

Pomba é um pássaro usado no pas­sado como correio, “os pombos cor­reios”. Gira é movimento, caminhada, deslocamento, volta, giro, etc. Por­tan­to, interpretando seu nome genuina­mente português, Pomba­gi­ra significa mensageira dos caminhos à esquerda, tri­lhados por todos os que se desviaram dos seus originais ca­minhos evolutivos e que se perderam nos desvios e des­vãos da vida.

Pombagira, genui­na­mente brasileira e umban­dista, está aí para acolher a todos os que se encontram perdidos nos caminhos sombrios da vida… ou da ausência dela.

É claro que uma mu­­lher altiva, senhora de si, segura, compe­tentís­si­ma no seu campo de atua­ção, seja ele profis­sional, político, intelec­tual, artístico ou religio­so, impressiona positi­va­mente alguns e assus­ta outros. Agora, se esse imenso potencial também aflorar nos aspectos íntimos dos relacionamentos homem-mulher, bem, aí elas fogem do controle e assustam a maioria como começam a ser estereotipadas como levianas, ninfoma­níacas, etc., não é mesmo?

Liberdade com cabresto ainda é aceitável em uma sociedade patriarcal e machista. Mas, sem um cabresto segurado por mãos masculinas, tudo foge do con­trole e a sociedade desmorona porque não foi instituída a partir da igualdade, e sim, da desigualdade.

Uma mulher submissa, só acostumada e condicionada a sempre dizer “amem”, todos aceitam como amiga, como vizinha, como colega de trabalho, como namorada, como esposa, como irmã, etc., mas uma mulher questionadora, insubmissa, man­dona, contestadora, independente, perso­nalista, etc., nem pensar não é mesmo?

– Pois é!

Não seria diferente em se tratando de espíritos e, para complicar ainda mais as coisas, com eles incorporando em mé­diuns e trabalhando religiosamente para pessoas com problemas gravíssimos de fundo espiritual.

De repente, uma religião nascente e espírita se viu diante de manifestações de espíritos femininos altivos, independentes, senhoras de si, competentíssimas, liberais, provocantes, sensuais, belíssimas, fasci­nan­tes, desafiadoras, poderosas, domina­doras, mandonas, cativantes, encanta­do­ras, cuja forma de apresentação fascinou os homens porque elas simbolizavam o tipo de mulher ideal, desde que não fosse sua mãe, sua irmã, sua esposa e sua filha, certo?

Quanto às mulheres, as Pombagiras da Umbanda simbolizavam tudo o que lhes fora negado pela sociedade machista, repressora e patriarcal do inicio do século XX no Brasil, onde à mulher estava reser­vado o papel de mãe, irmã, esposa e filha comportadíssimas… senão seriam expulsas de casa ou recolhidas a um convento.

Mas, com as Pombagiras de Umbanda não tinha jeito, porque ou deixavam elas in­corporarem em suas médiuns ou nin­guém mais incorporava e ajudava os ne­ces­sitados que iam às tendas de Umbanda.

Só um ou outro dirigente ousava rea­lizar sessões de trabalhos espirituais com as Pombagiras, e a maioria deles preferia fazer “giras fechadas” para a esquerda, pa­ra não “escandalizar” ninguém e para não atrair para o seu centro a polícia e os comentários ferinos sobre as “moças da rua”.

Só que essa não foi uma boa solução porque as línguas ferinas logo começaram a tagarelar e a espalhar que nessas giras fechadas rolava de tudo, inclusive sexo en­tre os seus participantes, criando um mal estar muito grande, tanto dentro do cír­culo umbandista quanto fora dele.

E ainda que tais fuxicos fossem falsos e maledicentes, não teve mais conserto por­que o “vaso de cristal” da reli­gio­sidade umbandista nas­cen­te havia se trincado, e as “moças da rua” já haviam sido estigmatizadas como espíritos de rameiras que incorpo­ra­vam em médiuns mulheres pa­ra fumarem, beberem cham­­­pagne, “gargalharem à solta”, rebola­rem seus quadris, balançarem seus seios de forma provocante e para atiçarem nos ho­mens desejos libidinosos e inconfes­sáveis.

Para quem não sabe, rameira era o nome dado às prostitutas e às “mulheres de programas” do nosso atual século XXI.

O único jeito de amenizar o “prejuízo religioso” que eles haviam causado com suas “petulâncias” foi tentar explicar que não era nada disso, e sim, que as Pom­bagiras eram Exus femininos e, como todos sabem, Exu não é flor que se cheire, ainda que seja muito competente nos seus trabalhos de auxílio aos necessitados de socorros espirituais, certo?

Como “mulher de Exu” ou como Exu feminino, ainda da­va para deixar uma ou ou­tra incorporar na gira deles, mas já submissas a eles, que ficaram encarregados de zelar pela moral e pelos bons costumes delas…

E aí as giras de esquerda foram sendo abertas timidamente e, pouco a pouco e paralelamente, a sociedade estava passan­do por profundas transformações sociais, comportamentais e políticas, em que a poderosa Igreja Católica estava perdendo poder e cedendo à sociedade algumas liberdades religiosas.

Quando os militares assumiram o poder nos anos 60 do século XX e logo entraram em choque com alguns setores do catolicismo arraigados na política, então diminui de forma acentuada a intensa perseguição da polícia sobre as tendas de Umbanda.

Somando à liberdade conseguida no período da ditadura, vieram os movimen­tos feministas que explodiram na América do Norte e na Europa, que conseguiram muitas conquistas para as mulheres.

A par destes acontecimentos, veio a explosão da revolta da juventude, com os Beatles e com Woodstock, que muda­ram os padrões comportamentais dos jo­vens e as relações entre pais e filhos.

Pombagira assistiu a todos esses acon­tecimentos, que se passaram nos anos 1960 e 1970 e, entre um gole de champagne e uma baforada de cigarrilha, dava suas gar­galhadas debochadas, e dizia isto:

– É isso aí, mesmo! Mais transparência e menos hipocrisia!


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Atendimento com caboclos

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Os Passes com os Caboclos

Os caboclos são espíritos de muita luz que assumem ao arquétipo de “índios”, prestando uma homenagem à esse povo que foi massacrado pelos colonizadores. São exímios caçadores e tem profundo conhecimento das ervas e seus princípios ativos, e muitas vezes, suas receitas produzem curas inesperadas.

Como estavam aqui (Brasil) desde o início, conhecem bem tudo o que vem da terra e por este motivo são os melhores para ensinar a importância das ervas e dos alimentos vindos da terra, além de sua utilização é claro.

Costumam usar em seus trabalhos pembas, velas, essências, cristais, flores, ervas, frutas, água, penas, tranças e charutos; ajudam na vida material por meio de banhos, chás, e trabalhos de magia positiva, que limpam a nossa aura e proporcionam uma revitalização para que consigamos o objetivo que desejamos, não existem trabalhos de magia que concedam empregos e favores, isso é MENTIRA! A magia praticada pelos espíritos de caboclos e pretos velhos é sempre positiva, não existe na Umbanda trabalho de magia negativa, ao contrário, a Umbanda trabalha para desfazer a magia negativa.

Os caboclos de Umbanda são entidades simples e através da sua simplicidade passam credibilidade e confiança a todos que os procuram, os caboclos vêm na irradiação do Orixá masculino da coroa do médium e as caboclas vêm na irradiação do Orixá feminino da coroa do médium; mas, eles(as) podem vir também na Irradiação do seu próprio Orixá de quando encarnados.

O Caboclo é uma roupagem de uma Entidade de Luz, e portanto, jamais viria para chocar um paciente, vem ajudar e não atrapalhar o trabalho de um Preto Velho. A intensidade da energia propõe, no subconsciente do Apará (Apará=pessoa), a vontade de gritar para liberar essa projeção. Mas não é o Caboclo que grita, é o Apará! Todos nós sabemos que se você, Apará, “resolver” que não vai abrir a boca depois de incorporado, não sai nada! O Preto Velho não vai agarrar sua mandíbula e forçar que se mova. A mesma coisa é o Caboclo! O controle existe e é seu!

Existe sim a vontade, provocada pela energia que deseja se expandir, mas a Entidade respeita o médium, suas possíveis crenças, tabus, medos e preconceitos.

Gritar não é um sinal de “força” da Entidade e tão pouco é um sinal de desequilíbrio (atenção Doutrinadores), é uma falha no desenvolvimento, que deveria ser alertada no tempo correto. Bradar sim, gritar e berrar não!

Algumas vezes os “novatos” observam um médium mais antigo gritando e consideram isso como o “correto”, por isso devem ser alertados sempre sobre o quê é certo e o quê são “vícios de incorporação”. Cabe aos comandantes dos grupos de desenvolvimento, alertar para tal fato.

Um pouco mais:  OS CABOCLOS

São os nossos amados Caboclos os legítimos representantes da Umbanda, eles se dividem em diversas tribos, de diversos lugares formando aldeias, eles vem de todos os lugares para nos trazer paz e saúde, pois através de seus passes, de suas ervas santas conseguem curar diversos males materiais e espirituais. A morada dos caboclos é a mata, onde recebem suas oferendas, sua cor é o verde, gostam de todas as frutas, de milho, do vinho tinto (para eles representa o sangue de Cristo), gostam de tomar sumo de ervas e apreciam o coco com vinho e mel.

A denominação “caboclo”, embora comumente designe o mestiço de branco com índio, tem, na Umbanda, significado um pouco diferente. Caboclos são as almas de todos os índios antes e depois do descobrimento e da miscigenação.

Constituem o braço forte da Umbanda, muito utilizados nas sessões de desenvolvimento mediúnico, curas (através de ervas e simpatias), desobsessões, solução de problemas psíquicos e materiais, demandas materiais e espirituais e uma série de outros serviços e atividades executados nas tendas.

Existem falanges de caçadores, de guerreiros, de feiticeiros, de justiceiros; são eles trabalhadores de Umbanda e chefes de terreiros. As vezes os caboclos são confundidos com o Orixá Oxóssi, mas eles são simplesmente trabalhadores da Umbanda que pertencem a linha de Oxóssi, embora sua irradiação possa ser de outro Orixá. Como caboclos de Xango, por exemplo.

A gira de caboclos é muito alegre, lembra as festas de tribo. Eles cantam em volta do axé da casa como se estivessem em volta da fogueira sagrada, tem casas em que se é permitido os caboclos puxarem pontos. Tudo para os caboclos é motivo de festa como casamento, batizado, dia de caçar, reconhecimento de mais um guerreiro, a volta de uma caçada.

Assim como os Pretos-velhos, possuem grande elevação espiritual, e trabalham “incorporados” a seus médiuns na Umbanda, dando passes e consultas, em busca de sua elevação espiritual.

Estão sempre em busca de uma missão, de vencer mais uma demanda, de ajudar mais um irmão de fé. São de pouco falar, mais de muito agir, pensam muito antes de tomar uma decisão, por esse motivo eles são conselheiros e responsáveis.

Os Caboclos, de acordo, com planos pré-estabelecidos na Espiritualidade Maior, chegam até nós com alta e sublime missão de desempenhar tarefa da mais alta importância, por serem espíritos muito adiantados, esclarecidos e caridosos. Espíritos que foram médicos na Terra, cientistas, sábios, professores, enfim, pertenceram a diversas classes sociais inclusive até mesmo índios, os Caboclos vêm auxiliar no trabalho do dia a dia os nossos irmãos enfermos, quer espiritualmente, quer materialmente.

Por essas razões, na maior parte dos casos, os Caboclos são escolhidos por Oxalá para serem os Guias-Chefes dos médiuns, ou melhor, representar o Orixá de cabeça do médium Umbandista (tem vezes que os Pretos-Velhos assumem esse papel).

Na Umbanda não existe demanda de um Caboclo para Caboclo, a demanda poderá existir de um Caboclo, entidade de luz, para com um “kiumba” ou até mesmo contra um Exu com pouco ou quase nenhum esclarecimento espiritual.

Os caboclos não trabalham somente nos terreiros como alguns pensam. Eles prestam serviços também no Kardecismo, nas chamadas sessões de “mesa branca”. No panorama espiritual rente à Terra predominam espíritos ociosos, atrasados, desordeiros, semelhantes aos nossos marginais encarnados. Estes ainda respeitam a força. Os índios, que são fortíssimos, mas de almas simples, generosas e serviçais, são utilizados pelos espíritos de luz para resguardarem a sua tarefa da agressão e da bagunça. São também utilizados pelos guias, nos casos de desobsessão pois, pegam o obsessor contumaz, impertinente e teimoso, “amarrando-o” em sua tremenda força magnética e levando-o para outra região.

Formas incorporativas e especialidade de alguns caboclos:

Caboclos De Oxum – Geralmente são suaves e costumam rodar, a incorporação acontece principalmente através do chacra cardíaco. Trabalham mais para ajuda de doenças psíquicas, como: depressão, desânimo entre outras. Dão bastante passe tanto de dispersão quanto de energização. Aconselham muito, tendem a dar consultas que façam pensar, Seus passes quase sempre são de alívio emocional. 

Caboclos De Ogum – Sua incorporação é mais rápida e mais compactada ao chão, não rodam. Consultas diretas, geralmente gostam de trabalhos de ajuda profissional. Seus passes são na maioria das vezes para doar força física, para dar ânimo.

 Caboclos De Iemanjá – Incorporam de forma suave, porém mais rápidos do que os de Oxum, rodam muito, chegando a deixar o médium tonto. Trabalham geralmente para desmanchar trabalhos, com passes, limpeza espiritual, conduzindo essa energia para o mar. 

Caboclos De Xangô – São guias de incorporações rápidas e contidas, geralmente arriando o médium no chão. Trabalham para: emprego; causas na justiça; imóvel e realização profissional. Dão também muito passe de dispersão. São diretos para falar.

Caboclos De Nanã – Assim como os Pretos-velhos são mais raros, mas geralmente trabalham aconselhando, mostrando o karma e como ter resignação. Dão passes onde levam eguns que estão próximos. Sua incorporação igualmente é contida, pouco dançam.

Caboclos De Iansã – São rápidos e deslocam muito o médium. São diretos para falar e rápidos também, muitas das vezes pegam a pessoa de surpresa. Geralmente trabalham para empregos e assuntos de prosperidade, pois Iansã tem grande ligação com Xangô. No entanto sua maior função é o passe de dispersão (descarrego). Podem ainda trabalhar para várias finalidades, dependendo da necessidade. 

Caboclos De Oxalá – Quase não trabalham dando consultas, geralmente dão passe de energização. São “compactados” para incorporar e se mantém localizado em um ponto do terreiro sem deslocar-se muito. Sua principal função é dirigir e instruir os outros Caboclos.

 Caboclos De Oxóssi – São os que mais se locomovem, são rápidos e dançam muito. Trabalham com banhos e defumadores, não possuem trabalhos definidos, podem trabalhar para diversas finalidades. Esses caboclos geralmente são chefes de linha.

Caboclos De Obaluayê – São espíritos dos antigos “pajés” das tribos indígenas. Raramente trabalham incorporados, e quando o fazem, escolhem médiuns que tenham Obaluaiê como primeiro Orixá. Sua incorporação parece um Preto-velho,em algumas casas locomovem-se apoiados em cajados. Movimentam-se pouco. Fazem trabalhos de magia, para vários fins.

 Atribuições dos Caboclos

Trabalham na caridade como verdadeiros conselheiros, nos ensinando a amar ao próximo e a natureza, são entidades que tem como missão principal o ensinamento da espiritualidade e o encorajamento da fé, pois é através da fé que tudo se consegue.

Assobios E Brados

    Quem nunca viu caboclos assobiarem ou darem aqueles brados maravilhosos, que parecem despertar alguma coisa em nós?  Muitos pensam que são apenas uma repetição dos chamados que davam nas matas, para se comunicarem com os companheiros de tribo, quando ainda vivos. Mas não é. Os assobios traduzem sons básicos das forças da natureza. Estes sons precipitam, assim como o estalar dos dedos, um impulso no corpo Astral do médium para direcioná-lo corretamente, afim de liberá-lo de certas cargas que se agregam, tais como larvas astrais, etc.

Os assobios

Assim como os brados, assemelham-se à mantras; cada entidade emite um som de acordo com seu trabalho, para ajustar condições especificas que facilitem a incorporação, ou para liberarem certos bloqueios nos consulentes ou nos médiuns.

O Estalar De Dedos

      Por que as entidades estalam os dedos, quando incorporadas?  Esta é uma das coisas que vemos e geralmente não nos perguntamos, talvez por parecer algo de importância mínima.  Nossas mãos possuem uma quantidade enorme de terminais nervosos, que se comunicam com cada um dos chacras de nosso corpo. O estalo dos dedos se dá sobre o Monte de Vênus (parte gordinha da mão) e dentre as funções conhecidas pelas entidades, está a retomada de rotação e frequência do corpo astral; e a, descarga de energias negativas.

Alguns comentários:

 Caboclo Cobra Coral

O mês de março é marcado pela reverência aos caboclos. Falemos um pouco do Caboclo Cobra Coral. Esta entidade pode-se dizer que faz parte das entidades mais conhecidas na Umbanda. Dificilmente encontra-se um umbandista que não conhece ou ao menos já ouviu falar deste caboclo. Há estudos que dizem que o “Seu Cobra-Coral”, chefe da falange é a encarnação de Galileu Galilei.

Uma discordância acontece quando fala-se do Orixá comandante deste Caboclo. Primariamente sua vibração é de Oxóssi, com cruzamento com a linha de Xangô, junto com outro caboclo que é seu irmão de falange, o Ventania.

Este caboclo é um dos caboclos que alguns dizem serem encantados. São aqueles que tem grande trabalho junto com os Exus.

Seus médiuns sofrem um pouco, pois sua vibração é pesada, perto da vibração de outros caboclos de Oxóssi. Normalmente usa cocar, variando suas cores entre verde, vermelho, branco, preto e amarelo.

Caboclo Rompe-Mato:

Descendente das antigas tribos Guaiacurús. É um caboclo chefe de legião, muito cultuado também no catimbó, vale lembrar que é um caboclo que atua com Oxóssi, Ogum e Xangô, ele traz o poder de Xangô juntamente com a capacidade de discernimento da Justiça, o poder de vencer as demandas provenientes dos atuantes da Centelha de Ogum e o dom da cura e capacidade de aconselhar de Oxóssi. É um guerreiro que atua na paz, a falange dos Rompe-Matos nunca se apresentarão como caciques, pois todos são austeros (rígidos) e destemidos guerreiros, isso é uma regra da falange, vale lembrar que não podemos confundir com Ogum Rompe-Mato um falangeiro do Orixá, mas o mesmo caboclo atua também nessa linha. Lembrando que foi um Caboclo Rompe-Mato que curou uma enfermidade séria do cantor Bezerra da Silva e o tirou de certos apuros na favela, aí podemos enxergar a força de Oxóssi atuando no caboclo, a cura e o conselho. É um caboclo que também trabalha na linha da esquerda quando preciso, como a grande maioria dos caboclos de Xango.

A seguir algumas representações de guias e caboclos nas 7 linhas de Umbanda, claramente alguns nomes podem parecer “distantes” por serem pouco ouvidos ou por serem mais falados nos terreiros chamados de “umbandomblé”: 

Linha de Oxalá:

Caboclo Tupi – Representante de Oxalá na Linhas das Almas

Caboclo Guarani – Representante de Oxalá na Linha de Oxóssi

Caboclo Aymoré – Representante de Oxalá na Linha de Ogum

Caboclo Guaracy – Representante de Oxalá na Linha de Xango

Caboclo Ubiratã – Representante de Oxalá na Linha de Erê

Caboclo Ubirajara – Representante de Oxalá na Linha das Senhoras

Caboclo Urubatão da Guia – Comando na Linha de Oxalá

Linha das Senhoras:

Cabocla Janaina – Representante das Senhoras na Linha das Almas

Cabocla Jupissiara – Representante das Senhoras na Linha de Oxóssi

Cabocla Jupiara – Representante das Senhoras na Linha de Ogum

Cabocla Jussara – Representante das Senhoras na Linha de Xango

Cabocla Jacira – Representante das Senhoras na Linha de Erê

Cabocla Jandira – Comando da Linha das Senhoras

Cabocla Jupira – Representante das Senhoras na Linha de Oxalá

Linha de Erês:

Yarirí – Representante de Erês na Linha das Almas

Crispiniano – Representante de Erês na Linha de Oxóssi

Crispim – Representante de Erês na Linha de Ogum

Orí – Representante de Erês na Linha de Xango

Doum – Comando da Linha de Erês

Damião – Representante de Erês na Linha das Senhoras

Cosme – Representante de Erês na Linha de Oxalá

Linha de Xango:

Xangô Abomi – Representante de Xangô na Linha das Almas

Xangô Aganjú – Representante de Xangô na LInha de Oxóssi

Xangô Alafim – Representante de Xangô na Linha de Ogum

Xangô Kaô – Comando na Linha de Xango

Xangô Agojo – Representante de Xangô na Linha de Erês

Xangô Alufam – Representante de Xangô na Linha das Senhoras

Xangô Agodô – Representante de Xangô na Linha de Oxalá

Linha de Ogum:

Ogum Megê – Representante de Ogum na Linha das Almas

Ogum Rompe Mato – Representante de Ogum na Linha de Oxóssi

Ogum Guerreiro – Comando da Linha de Ogum

Ogum de Nagô – Representante e Ogum na Linha de Xango

Ogum Dilê – Representante de Ogum na Linha de Erês

Ogum Beira Mar – Representande de Ogum na Linha das Senhoras

Ogum de Malê – Representande de Ogum na Linha de Oxalá

Linha de Oxóssi:

Caboclo Arruda – Representante de Oxóssi na Linha das Almas

Caboclo Pena Verde – Comando da Linha de Oxóssi

Caboclo Araribóia – Representante de Oxóssi na Linha de Ogum

Caboclo Cobra Coral -Representante de Oxóssi na Linha de Xango

Caboclo Guiné – Representante de Oxóssi na Linha de Erês

Caboclo Jurema – Representante de Oxóssi na Linha das Senhoras

Caboclo Pena Branca – Representante de Oxóssi na Linha de Oxalá

Linha das Almas:

Vovó Maria Conga – Comando na Linha das Almas

Vovó Arruda – Representante das Almas na Linha de Ogum

Pai Benedito – Representante das Almas na Linha de Xango

Pai Tomé – Representante das Almas na Linha de Oxóssi

Pai Joaquim – Representante das Almas na Linha de Erês

Pai Congo – Representante das Almas na Linha das Senhoras

Pai Guiné – Representante das Almas na Linha de Oxalá

 

 


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Desenvolvimento Sacerdotal

Category : Destaque

DESENVOLVIMENTO SACERDOTAL

Explicando o nosso método de trabalho:

A partir deste mês (fevereiro/17), o desenvolvimento mediúnico do CUBJ está encerrado!

Visando ter médiuns com conhecimento de qualidade e maior aproveitamento de sua mediunidade, nós decidimos que “girar” apenas é pouco, e que a informação deve ser passada abertamente, uma vez que o que ensinamos é religião, e não através de cursos para pagar financiamento de casa e carro, muito menos para sustentarmos nossas casas de morada.

Decidimos então juntar o que é conhecido como “curso de teologia, doutrina e sacerdócio”, ao que ontem chamávamos de “desenvolvimento mediúnico” e resultou no que a partir de hoje em nossas dependências, será chamado de “DESENVOLVIMENTO SACERDOTAL”, seguiremos os princípios do Templo de Anubis (Egito), ou seja, os médiuns que temos em nosso corpo mediúnico passaram a ter todo conteúdo religioso durante as aulas de desenvolvimento, passaram a fazer parte de um grupo preparado apenas para atendimento. Sim, este é a partir de agora o nosso foco. Não abriremos vagas para novas turmas de desenvolvimento, nos ateremos ao fato de apenas atendermos. O foco desta casa agora é preparar médiuns apenas para atendimento e com conhecimento mais aprofundado.

 A cada dois anos abriremos vagas com um número muito limitado para novos médiuns, na verdade condicionado à quantidade de médiuns que se desligarem da casa, a proposta é que o médium entre para desenvolver sua mediunidade tendo juntamente com o desenvolvimento o conteúdo do curso de teologia, doutrina e sacerdócio na pratica, dessa maneira ele ao termino de um ano e oito meses terá tido informação religiosa suficiente para decidir se QUER continuar na casa e trabalhar nas giras de atendimento ou se prefere seguir seu caminho.

NÃO FORMAREMOS SACERDOTES NO ATACADO, nem ridicularizaremos o então curso ministrado por muitas casas, apenas adotamos a política de que os médiuns da casa, para atender, deverão possuir um mesmo nível de conhecimento coletivo, e que todos o terão gratuitamente, pois já pagam a mensalidade de manutenção do espaço, o que muda é que ao invés de virem girar e ficarem procurando informação fora, a terão tudo no mesmo lugar e que ao termino de 1 ano e 8 meses, estarão atendendo na mesma casa que aprenderam, não precisaram sair procurando onde dar continuidade.

Nossa ideia não é propagar o conhecimento e leva-lo a um grande número de pessoas, pois isso muitas casas já o fazem e muito bem.

A nossa proposta é ter no atendimento da casa, médiuns com melhor aproveitamento de sua mediunidade e com qualidade semelhante entre todos. Vamos dar aos médiuns da casa o que eles de fato buscam e precisam para dar continuidade ao trabalho iniciado a mais de um século pelo fundador da Umbanda.

Não vamos “vender curso de instrução religiosa para médiuns” e depois simplesmente deixá-los à deriva, serão preparados para atenderem com maestria em nossas dependências.

Vamos abrir vagas para o “Desenvolvimento Sacerdotal” ao número máximo de 80 médiuns. E novas vagas surgirão a cada dois anos na mesma quantidade de médiuns que deixarem a casa, em razão deste sistema adotado, estaremos adotando o termo “Templo Escola” e retirando o atual “colégio” de nossa nomenclatura para os próximos meses.

Aproveito a ocasião para deixar claro que não estamos virando indústria de dirigentes, e sim nos limitaremos ao nosso número máximo de lotação para atendimento, este será o número de médiuns que teremos, e novas vagas somente a cada dois anos e na mesma quantidade de médiuns que deixarem a casa, do contrário, não havendo saídas e nem desistências, novas vagas não serão abertas, e para o corpo mediúnico da casa, TODO o conhecimento de cunho religioso será aberto sem ser cobrado nada a parte.

Respeitamos o trabalho de outras casas que tem a abertura do curso para pessoas de fora, mas como disse anteriormente, estas casas tem a função de propagar a religião além dos atuais números e limites que temos hoje, a nossa proposta é a de qualificar médiuns da casa, não sermos um ponto propagador, mas sim um local apenas de atendimento ao público e lapidação dos membros da casa, não seremos mais um local de aprendizagem aberta a todos.

Cursos extras, não ligados aos trabalhos da casa, serão ministrados por terceiros em dias diferentes e não terão a participação dos membros da casa, pois os mesmos terão em sua grade anual TODOS os cursos que a casa oferecer ao público em aberto.

Nosso período de inscrição para o “Desenvolvimento Sacerdotal” (como denominamos) está aberto a partir de hoje até dia 21 de março, inscrições pelo e-mail: contato@cubj.com.br


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Curso de Teologia, Doutrina e Sacerdócio de Umbanda

Category : Destaque

Curso de Teologia Doutrina e Sacerdócio de Umbanda

Aulas às quintas-feiras, das 20h às 22h.

Na Rua Imbocuí, 112 D, próximo à Faculdade UNIP.

E-mail: contato@cubj.com.br       Whatsapp: (11) 95427.9678

Inicio: 23 de março       Valor: 100,00 mensais  Duração: 1 ano e 8 meses

Pré-requisito: ser médium de incorporação   Reservas pelo email/whatsapp até dia 21/03

Esta turma terá duração de um ano e oito meses. Fazer Teologia é trabalhar os conhecimentos internos de uma religião, apresentando uma forma de entende-la sob o olhar de dentro. Teologia de Umbanda é o exercício do próprio umbandista em compreender sua religião.

Quem está autorizado ou tem as qualidades necessárias para explicar assunto tão complexo?  

Nas religiões centradas em uma instituição, como a católica, Roma define o que é a sua Teologia Católica, o que se repete para Anglicanos, Metodistas, Protestantes e outros Teólogos Cristãos e da mesma forma há uma Teologia Islâmica, Judaica e outras.

Na Umbanda não temos uma unidade central, cada terreiro tem uma visão teológica particular, no entanto temos muitas linhas de pensamento e raciocínio em comum. Podemos dizer que existe uma base fundamental de Umbanda. Pode-se também falar em Umbanda Branca, Umbanda Esotérica, Umbanda Trançada, Umbanda Mista, Umbanda Sagrada, Umbanda Cristã e outras bandas mais; no entanto é possível encontrar um elo em comum com todas que forma aquilo que chamamos de fundamentos de Umbanda. Para cada forma de praticar há uma forma de teologia, sendo impossível alcançar todas as formas de pensar Umbanda.

O “Curso de Teologia, Doutrina e Sacerdócio de Umbanda”, idealizado por Rubens Saraceni, tem como base toda uma obra psicografada, apresentando uma visão da espiritualidade sobre a Umbanda.

Além do conteúdo formal ou programático o curso vem sendo constantemente enriquecido com informações das culturas mais diversas presentes na Umbanda, como a africana, indígena, europeia-católica/kardecista, ocultismo, magia, esoterismo e outros fenômenos.  Abaixo confira parte do conteúdo do “Curso de Teologia de Umbanda Sagrada”, um curso livre, todos podem e devem estudar:

  1. Abertura: Teologia De Umbanda – Abertura, Umbanda Religião ou Seita ?

Umbanda: Uma Religião Com Seus Próprios Fundamentos

  1. Diferenças: Umbanda, Candomblé E Kardecismo

Semelhanças e diferenças Umbanda e Candomblé

  1. História Da Umbanda – Zélio de Moraes e Caboclo das Sete Encruzilhadas
  2. Mediunidade

Tipos de Mediunidade, Desenvolvimento Mediúnico, Quebrando tabus e preconceitos, Médium Inconsciente, Semiconsciente e Consciente. A duvida: Sou eu ou é o guia?

  1. Divindades: Deus e seus Tronos Divinos, Orixás, Irradiações Divinas
  2. Irradiações Divinas e suas Manifestações nos Planos da Vida
  3. Gênese: Fatores de Deus
  4. A Gênese: Divina de Umbanda Sagrada
  5. Gênese: Sete Planos Da Vida
  6. Teogonia: Os Orixás e seu sincretismo:

Oxalá, Orixalá, Obatalá – Jesus Cristo

Oiá, Logunan – Santa Clara

Oxum – Nsa. Sra. Da Conceição e Nsa. Sra. Aparecida

Oxumaré – São Bartolomeu

Oxossi – São Sebastião

Oba – Joana D’ Arc

Xangô – São Gerônimo

Iansã – Santa Bárbara

Ogum – São Jorge

Oro-Iná – Santa Sara Kali

Obaluaiyê – São Lázaro

Nana Buroquê – Santa Ana

Iemanjá – Nsa. Sra. Dos Navegantes e Nsa. Sra. Das Graças

Omulu – São Roque

O Trono Do Tempo No Ritual De Umbanda Sagrada

INICIAÇÕES PERANTE AS DIVINDADES:

AMACIS: Oxalá, Oiá, Oxum, Oxumaré, Oxossi, Oba, Xangô, Iansã, Ogum, Egunitá, Obaluaiy, Nana Buroquê, Yemanjá, Omulu,

  1. As Sete Linhas De Umbanda
  2. As Cores e as Pedras Dos Orixás
  3. A Hereditariedade nas Sete Irradiações
  4. Orixás de Frente, Ancestre e Juntó
  5. As Linhas De Trabalho Na Umbanda

Os Guias De Lei De Umbanda, As Entidades Que Atuam Nas Linhas De Umbanda,

Caboclo, Preto Velho, Criança, Baiano, Boiadeiro, Marinheiro, Sereias, Ciganos, Exu, Pomba Gira, Exu Mirim, Ciganos, Malandros, Mestres da Jurema,

  1. Pontos De Força E Oferendas

Os Orixás E A Natureza

Os Pontos De Força Da Natureza

Porquê fazer Oferendas?

O Sentido Das Oferendas

As Consagrações de Materiais Condensadores de Axé

  1. O Templo, Centro, Tenda Ou Terreiro

Os Espaços Religiosos

Os Altares

As Imagens

Os Templos

Assentamento

Firmeza

O Otá na Umbanda

Imantação, Consagração e o Cruzamento do Templo

  1. Magia de Umbanda

Magia de Pemba

O Que é Magia

Elementos de Magia

Os Símbolos Mágicos

Os Pontos Riscados Na Umbanda

  1. Banhos, Defumação E Descarrego
  2. O Sacerdócio De Umbanda Sagrada

Os Sacramentos Da Umbanda

Batizado

Casamento

Funeral

Documentação e legislação para a abertura de terreiros.


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Gira com Curumins

Category : NAO USAR

Passe com os Curumins

 

Os Curumins são “caboclinhos”.  (Do tupi Kurumí – menino)

Muitos deles são espíritos de caboclos criança e de filhos de escravos, são crianças que morreram em linha férrea, forma mortas durante ocupações, que vieram a óbito por doença, peste, homicídio ou tragédia, enfim; são espíritos que fizeram a passagem ainda jovens e que mantém a roupagem energética daquela encarnação. Mas apenas a roupagem.  Isso não significa que eles estão presos a esta condição, mas sim, que é através dessa condição que devem encontrar o entendimento para poder auxiliar pessoas, e quando alcançarem o entendimento que se faz necessário estão prontos para continuar sua jornada na linha evolutiva, desprendendo-se daquela forma que até então era apenas uma “condição  momentânea”. Mas os espíritos que vem nessa linha costumam ser bem misturados, tem espíritos de crianças de aldeia, de crianças da mata, de crianças de senzala, até mesmo de crianças de classe social melhor, mais instruídas, filhos de colonizadores…

São alegres e trabalham as pessoas a partir do seu íntimo, fazem uso de luzes e cores por meios de desenhos que na verdade são símbolos e signos que ao ser traçados por eles com o uso de cores, abrem no próprio encarnado um mistério divino que o trabalha a partir do seu íntimo conforme o motivo pelo qual fora riscado.Quando digo íntimo, me refiro não às intenções, mas sim ao cerne da pessoa, o lado mais profundo da alma.

Podendo ser um desenho complexo ou mesmo um simples risco, mas alí atua um mistério divino que tanto pode absorver como irradiar, conforme o que for necessário para restabelecer o equilíbrio da pessoa.

Tão fortes quanto os caboclos, essa linha trabalha com o intimo da pessoa. Ajuda de todas as formas, mas em especial o cerne. Trabalham em grupos, assim como os Erês, em casas em que não se da passagem para esta linha em especifico, eles acabam por incorporar na linha dos Erês, e trabalham da mesma forma. Trabalham em grupo porque ao contrario dos guias de trabalho que acessam apenas dentro do fator que os regem, fazendo um trabalho mais superficial quando o assunto é fora do seu fator sustentador, os Curumins assim como os Erês e Exus e Pombo Gira Mirins, trabalham em grupos, auxiliando a pessoa não somente no fator que os sustenta, mas sim nos sete campos da vida.

Não se engane com a presença “infantil” de um Curumim, ele tem muito a ensinar, e acredite: São na verdade GRANDES CABOCLOS!!!!


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Gira com Caboclos

Category : NAO USAR

Os Passes com Caboclos

Os caboclos são espíritos de muita luz que assumem a forma de “índios”, prestando uma homenagem à esse povo que foi massacrado pelos colonizadores. São exímios caçadores e tem profundo conhecimento das ervas e seus princípios ativos, e muitas vezes, suas receitas produzem curas inesperadas.

Como foram primitivos conhecem bem tudo que vem da terra, assim caboclos são os melhores guias para ensinar a importância das ervas e dos alimentos vindos da terra, além de sua utilização.

Usam em seus trabalhos ervas que são passadas para banhos de limpeza e chás para a parte física, ajudam na vida material com trabalhos de magia positiva, que limpam a nossa aura e proporcionam uma energia e força que irá nos auxiliar para que consigamos o objetivo que desejamos, não existem trabalhos de magia que concedam empregos e favores, isso não é verdade. O trabalho que eles desenvolvem é o de encorajar o nosso espírito e prepará-lo para que nós consigamos o nosso objetivo. A magia praticada pelos espíritos de caboclos e pretos velhos é sempre positiva, não existe na Umbanda trabalho de magia negativa, ao contrário, a Umbanda trabalha para desfazer a magia negativa Os caboclos de Umbanda são entidades simples e através da sua simplicidade passam credibilidade e confiança a todos que os procuram, nos seus trabalhos de magia costumam usar pemba, velas, essências, flores, ervas, frutas e charutos. Quase sempre os caboclos vêm na irradiação do Orixá masculino da coroa do médium e as caboclas vêm na irradiação do Orixá feminino da coroa do médium; mas, eles(as) podem vir também na Irradiação do seu próprio Orixá de quando encarnados. Conhecimento químico muito grande para fazer remédios naturais.

O Caboclo é uma roupagem de uma Entidade de Luz, e, portanto jamais viria para chocar um paciente, vem ajudar e não atrapalhar o trabalho de um Preto Velho. A intensidade da energia propõe, no subconsciente do Apará, a vontade de gritar para liberar esta forte projeção. Mas não é o Caboclo que grita, é o Apará! Todos nós sabemos que se você, Apará, “resolver” que não vai abrir a boca depois de incorporado, não sai nada! O Preto Velho não vai agarrar sua mandíbula e forçar que se mova. A mesma coisa é o Caboclo! O controle existe e é seu!

Existe sim a vontade, provocada pela energia que deseja se expandir, mas a Entidade respeita o paciente, suas possíveis crenças, medos e preconceitos…

Gritar não é um sinal de “força” da Entidade e tão pouco é um sinal de desequilíbrio (atenção Doutrinadores), é uma falha no desenvolvimento, que deveria ser alertada no tempo correto.

Algumas vezes os “branquinhos” observam um médium mais antigo gritando e consideram isso como o “correto”, por isso devem ser alertados sempre sobre o quê é certo e o quê são “vícios de incorporação”. Cabe aos comandantes dos grupos de desenvolvimento, alertar para tal fato.

Um pouco mais:

Os Caboclos

São os nossos amados Caboclos os legítimos representantes da Umbanda, eles se dividem em diversas tribos, de diversos lugares formando aldeias, eles vem de todos os lugares para nos trazer paz e saúde, pois através de seus passes, de suas ervas santas conseguem curar diversos males materiais e espirituais. A morada dos caboclos é a mata, onde recebem suas oferendas, sua cor é o verde transparente para as Caboclas e verde leitoso para os Caboclos, gostam de todas as frutas, de milho, do vinho tinto (para eles representa o sangue de Cristo), gostam de tomar sumo de ervas e apreciam o coco com vinho e mel.

Existem falanges de caçadores, de guerreiros, de feiticeiros, de justiceiros; são eles trabalhadores de Umbanda e chefes de terreiros. As vezes os caboclos são confundidos com o Orixá Oxóssi, mas eles são simplesmente trabalhadores da umbanda que pertencem a linha de Oxóssi, embora sua irradiação possa ser de outro Orixá.

A sessão de caboclos é muito alegre, lembra as festas da tribo. Eles cantam em volta do axé da casa como se estivessem em volta da fogueira sagrada, como faziam em suas aldeias. Tudo para os caboclos é motivo de festa como casamento, batizado, dia de caçar, reconhecimento de mais um guerreiro, a volta de uma caçada.

Assim como os Pretos-velhos, possuem grande elevação espiritual, e trabalham “incorporados” a seus médiuns na Umbanda, dando passes e consultas, em busca de sua elevação espiritual.

Estão sempre em busca de uma missão, de vencer mais uma demanda, de ajudar mais um irmão de fé. São de pouco falar, mais de muito agir, pensam muito antes de tomar uma decisão, por esse motivo eles são conselheiros e responsáveis.

Os Caboclos, de acordo, com planos pré-estabelecidos na Espiritualidade Maior, chegam até nós com alta e sublime missão de desempenhar tarefa da mais alta importância, por serem espíritos muito adiantados, esclarecidos e caridosos. Espíritos que foram médicos na Terra, cientistas, sábios, professores, enfim, pertenceram a diversas classes sociais, os Caboclos vêm auxiliar na caridade do dia a dia aos nossos irmãos enfermos, quer espiritualmente, quer materialmente.

Por essas razões, na maior parte dos casos, os Caboclos são escolhidos por Oxalá para serem os Guias-Chefes dos médiuns, ou melhor, representar o Orixá de cabeça do médium Umbandista (em alguns casos os Pretos-Velhos assumem esse papel).

Na Umbanda não existe demanda de um Caboclo para Caboclo, a demanda poderá existir de um Caboclo, entidade de luz, para com um “kiumba” ou até mesmo contra um Exu, de pouca luz espiritual.

A denominação “caboclo”, embora comumente designe o mestiço de branco com índio, tem, na Umbanda, significado um pouco diferente. Caboclos são as almas de todos os índios antes e depois do descobrimento e da miscigenação.

Constituem o braço forte da Umbanda, muito utilizados nas sessões de desenvolvimento mediúnico, curas (através de ervas e simpatias), desobsessões, solução de problemas psíquicos e materiais, demandas materiais e espirituais e uma série de outros serviços e atividades executados nas tendas.

Os caboclos não trabalham somente nos terreiros como alguns pensam. Eles prestam serviços também ao Kardecismo, nas chamadas sessões de “mesa branca”. No panorama espiritual rente à Terra predominam espíritos ociosos, atrasados, desordeiros, semelhantes aos nossos marginais encarnados. Estes ainda respeitam a força. Os índios, que são fortíssimos, mas de almas simples, generosas e serviçais, são utilizados pelos espíritos de luz para resguardarem a sua tarefa da agressão e da bagunça. São também utilizados pelos guias, nos casos de desobsessão pois, pegam o obsessor contumaz, impertinente e teimoso, “amarrando-o” em sua tremenda força magnética e levando-o para outra região.

Os caboclos são espíritos de muita luz que assumem a forma de “índios”, prestando uma homenagem à esse povo que foi massacrado pelos colonizadores. São exímios caçadores e tem profundo conhecimento das ervas e seus princípios ativos, e muitas vezes, suas receitas produzem curas inesperadas.

Como foram primitivos conhecem bem tudo que vem da terra, assim caboclos são os melhores guias para ensinar a importância das ervas e dos alimentos vindos da terra, além de sua utilização.

Usam em seus trabalhos ervas que são passadas para banhos de limpeza e chás para a parte física, ajudam na vida material com trabalhos de magia positiva, que limpam a nossa aura e proporcionam uma energia e força que irá nos auxiliar para que consigamos o objetivo que desejamos, não existem trabalhos de magia que concedam empregos e favores, isso não é verdade. O trabalho que eles desenvolvem é o de encorajar o nosso espírito e prepará-lo para que nós consigamos o nosso objetivo. A magia praticada pelos espíritos de caboclos e pretos velhos é sempre positiva, não existe na Umbanda trabalho de magia negativa, ao contrário, a Umbanda trabalha para desfazer a magia negativa Os caboclos de Umbanda são entidades simples e através da sua simplicidade passam credibilidade e confiança a todos que os procuram, nos seus trabalhos de magia costumam usar pemba, velas, essências, flores, ervas, frutas e charutos. Quase sempre os caboclos vêm na irradiação do Orixá masculino da coroa do médium e as caboclas vêm na irradiação do Orixá feminino da coroa do médium; mas, eles(as) podem vir também na Irradiação do seu próprio Orixá de quando encarnados. conhecimento químico muito grande para fazer remédios naturais.

Formas Incorporativas E Especialidade Dos Caboclos:

Caboclos De Oxum Geralmente são suaves e costumam rodar, a incorporação acontece principalmente através do chacra cardíaco. Trabalham mais para ajuda de doenças psíquicas, como: depressão, desânimo entre outras.Dão bastante passe tanto de dispersão quanto de energização. Aconselham muito, tendem a dar consultas que façam pensar; Seus passes quase sempre são de alívio emocional. 

Caboclos De Ogum

Sua incorporação é mais rápida e mais compactada ao chão, não rodam. Consultas diretas, geralmente gostam de trabalhos de ajuda profissional. Seus passes são na maioria das vezes para doar força física, para dar ânimo.

 Caboclos De Yemanjá

Incorporam de forma suave, porém mais rápidos do que os de Oxum, rodam muito, chegando a deixar o médium tonto. Trabalham geralmente para desmanchar trabalhos, com passes, limpeza espiritual, conduzindo essa energia para o mar. 

Caboclos De Xangô

São guias de incorporações rápidas e contidas, geralmente arriando o médium no chão. Trabalham para: emprego; causas na justiça; imóvel e realização profissional. Dão também muito passe de dispersão. São diretos para falar.

Caboclos De Nanã

Assim como os Pretos-velhos são mais raros, mas geralmente trabalham aconselhando, mostrando o karma e como ter resignação. Dão passes onde levam eguns que estão próximos. Sua incorporação igualmente é contida, pouco dançam.

Caboclos De Iansã

São rápidos e deslocam muito o médium. São diretos para falar e rápidos também, muitas das vezes pegam a pessoa de surpresa. Geralmente trabalham para empregos e assuntos de prosperidade, pois Iansã tem grande ligação com Xangô. No entanto sua maior função é o passe de dispersão (descarrego). Podem ainda trabalhar para várias finalidades, dependendo da necessidade. 

Caboclos De Oxalá

Quase não trabalham dando consultas, geralmente dão passe de energização. São “compactados” para incorporar e se mantém localizado em um ponto do terreiro sem deslocar-se muito. Sua principal função é dirigir e instruir os demais Caboclos.

 Caboclos De Oxóssi

São os que mais se locomovem, são rápidos e dançam muito. Trabalham com banhos e defumadores, não possuem trabalhos definidos, podem trabalhar para diversas finalidades. Esses caboclos geralmente são chefes de linha.

Caboclos De Obaluayê

São espíritos dos antigos “pajés” das tribos indígenas. Raramente trabalham incorporados, e quando o fazem, escolhem médiuns que tenham Obaluaiê como primeiro Orixá. Sua incorporação parece um Preto-velho,em algumas casas locomovem-se apoiados em cajados. Movimentam-se pouco. Fazem trabalhos de magia, para vários fins.

 Atribuições dos Caboclos

São entidades, que trabalham na caridade como verdadeiros conselheiros, nos ensinando a amar ao próximo e a natureza, são entidades que tem como missão principal o ensinamento da espiritualidade e o encorajamento da fé, pois é através da fé que tudo se consegue.

Assobios E Brados

    Quem nunca viu caboclos assobiarem ou darem aqueles brados maravilhosos, que parecem despertar alguma coisa em nós?  Muitos pensam que são apenas uma repetição dos chamados que davam nas matas, para se comunicarem com os companheiros de tribo, quando ainda vivos. Mas não é só isso. Os assobios traduzem sons básicos das forcas da natureza. Estes sons precipitam assim como o estalar dos dedos, um impulso no corpo Astral do médium para direcioná-lo corretamente, afim de liberá-lo de certas cargas que se agregam, tais como larvas astrais, etc. Os assobios, assim como os brados, assemelham-se à mantras; cada entidade emite um som de acordo com seu trabalho, para ajustar condições especificas que facilitem a incorporação, ou para liberarem certos bloqueios nos consulentes ou nos médiuns.

O Estalar De Dedos

 Por que as entidades estalam os dedos, quando incorporadas ?  Esta é uma das coisas que vemos e geralmente não nos perguntamos, talvez por parecer algo de importância mínima.  Nossa mãos possuem uma quantidade enorme de terminais nervosos, que se comunicam com cada um dos chacras de nosso corpo. O estalo dos dedos se dá sobre o Monte de Vênus (parte gordinha da mão) e dentre as funções

conhecidas pelas entidades, está a retomada de rotação e freqüência do corpo astral; e a, descarga de energias negativas.

 Caboclo Cobra Coral

O mês de março é marcado pela reverência aos caboclos. Neste texto, falaremos um pouco do Caboclo Cobra Coral. Esta entidade pode-se dizer que faz parte das entidades mais conhecidas na Umbanda. Dificilmente encontra-se um umbandista que não conhece ou ao menos já ouviu falar deste caboclo. Há estudos que dizem que o “Seu Cobra-Coral”, chefe da falange é a encarnação de Galileu Galilei.

Uma discordância acontece quando fala-se do Orixá comandante deste Caboclo. Primariamente sua vibração é de Oxossí, com cruzamento com a linha de Xangô, junto com outro caboclo que é seu irmão de falange, o Ventania.

Este caboclo é um dos caboclos que alguns dizem serem encantados. São aqueles que tem grande trabalho junto com os Exus.

Seus médiuns sofrem um pouco, pois sua vibração é pesada, perto da vibração de outros caboclos de Oxossí. Normalmente usa cocar, variando suas cores entre, verde, vermelho, branco, preto e amarelo.

Salve Seu Cobra-Coral

Uma discordância acontece quando fala-se do Orixá comandante deste Caboclo. Primariamente sua vibração é de Oxossí, com cruzamento com a linha de Xangô, junto com outro caboclo que é seu irmão de falange, o Ventania.

Este caboclo é um dos caboclos que alguns dizem serem encantados. São aqueles que tem grande trabalho junto com os Exus.

Caboclo Rompe-Mato:

Descendente das antigas tribos Guaiacurús. É um caboclo chefe de legião, muito cultuado também no catimbó, vale lembrar que é um caboclo que atua com Oxóssi, Ogum e Xangô, ele traz o poder de Xangô juntamente com a capacidade de discernimento da Justiça, o poder de vencer as demandas provenientes dos atuantes da Centelha de Ogum e o dom da cura e capacidade de aconselhar de Oxossi. É um guerreiro que atua na paz, a falange dos Rompe-Matos nunca se apresentarão como caciques, pois todos são áusteros e destemidos guerreiros, isso é uma regra da falange, vale lembrar que não podemos confundir com Ogum Rompe-Mato um falangeiro do orixá, mas o mesmo caboclo atua também nessa linha. O meu é mais presente nas forças de Oxumaré e Xangô, lembrando que foi um Caboclo Rompe-Mato que curou uma enfermidade séria do cantor Bezerra da Silva e o tirou de certos apuros na favela, aí podemos enxergar a força de Oxossi atuando no caboclo, a cura e o conselho. É um caboclo que também trabalha na linha da esquerda quando preciso, como a grande maioria dos caboclos de Xango.

OXÓSSI – Entrecruzando Linhas

Oi não se mexe na espada de Ogum

Oi não se mexe na machada de Xangô

Oi não se mexe, nas flechas de Oxossi

Que lá na mata é Rei é caçador

Oi não se mexe, nas flechas de Oxossi

Que lá na mata é Rei é caçador

 

OXÓSSI – Caboclo Rompe Mato

No centro da mata eu vi, dois nomes gravados num toco de pau

No centro da mata eu vi, dois nomes gravados num toco de pau

De um lado Seu Rompe Mato, de outro Seu Cobra Coral

De um lado Seu Rompe Mato, de outro Seu Cobra Coral

No centro da mata virgem eu vi, Seu Rompe Mato falava na língua do Guarany

No centro da mata virgem eu vi, Seu Rompe Mato falava na língua do Guarany

 

OXÓSSI – Caboclo Rompe Mato

Vermelho é a cor do sangue de meu Pai, e verde é a cor da mata

Vermelho é a cor do sangue de meu Pai, e verde é a cor da mata

Oi sarava Seu Rompe Mato na Jurema, oi sarava, a banda que ele mora

Oi sarava Seu Rompe Mato na Jurema, oi sarava, a banda que ele mora

 

OGUM ROMPE MATO

Ogum Rompe-Mato, é o meu falangeiro de Ogum, atua na linha de Oxóssi e Xangô, vibra nas três energias, assim como o caboclo. O meu nunca pediu oferendas e já vi outro Ogum Rompe-Mato fumar, mas em minha casa, os falangeiros do orixá não fumam ou bebem. É um Ogum que atua nas matas e pelo qual tenho muito carinho, é um grande companheiro e amigo, tenho muito orgulho de tê-lo por ser tb uma qualidade de Ogum cada dia menos presente na linha dos filhos, ainda não consigo te dizer o porque, mas estou batalhando para saber. Vem na forma de um caboclo mesmo, dando brados altos, secos e curtos, com as duas mãos fechadas entre-cruzadas, alguns vem com uma mão aberta outra fechada, depende com quem está cruzado. Já vi Ogum Rompe-Mato dançar, o que não é o caso do meu. Como é uma entidade rara hj em dia, raramente incorpora e poucos filhos a tem, fica mais difícil colher algumas informações.

    Por serem um conjunto de vibrações que atuam sobre todos nos encarnados, as linhas de umbanda tem comandos definidos e representados junto a outras linhas, para evitar entre choques e harmonizar melhor as frequencias sendo o seu principal escopo o bem estar do ser humano.

      Ditos representantes, comparam-se a diplomas com suas imunidades e ascendência direta sobre os seus fins. A seguir sera exposto a relação dos Comandos e Representações das 7 Linhas da Umbanda:

 

Linha de Oxalá:

Caboclo Tupi – Represetante de Oxalá na Linhas das Almas

Caboclo Guarani – Repesentante de Oxalá na Linha de Oxóssi

Cabolco Aymoré – Representante de Oxalá na Linha de Ogum

Caboclo Guaracy – Representante de Oxalá na Linha de Xangô

Caboclo Ubiratã – Representante de Oxalá na Linha de Ibeji

Caboclo Ubirajara – Representante de Oxalá na Linha das Senhoras

Caboclo Urubatão da Guia – Comando na Linha de Oxalá

 

Linha das Senhoras:

Cabocla Janaina – Representante das Senhoras na Linha das Almas

Cabocla Jupissiara – Repesentante das Senhoras na Linha de Oxóssi

Cabocla Jupiara – Representante das Senhoras na Linha de Ogum

Cabocla Jussara – Representante das Senhoras na Linha de Xangô

Cabocla Jacira – Representante das Senhoras na Linha de Ibeji

Cabocla Jandira – Comando da Linha das Senhoras

Cabocla Jupira – Representante das Senhoras na Linha de Oxalá

 

Linha de Ibeji:

Yarirí – Representate de Ibeji na Linha das Almas

Crispiniano – Representante de Ibeji na Linha de Oxóssi

Crispim – Representante de Ibeji na Linha de Ogum

Orí – Representante de Ibeji na Linha de Xangô

Doum – Comando da Linha de Ibeji

Damião – Representante de Ibeji na Linha das Senhoras

Cosme – Representante de Ibeji na Linha de Oxalá

 

Linha de Xangô:

Xangô Abomi – Representante de Xangô na Linha das Almas

Xangô Aganjú – Representante de Xangô na LInha de Oxóssi

Xangô Alafim – Representante de Xangô na Linha de Ogum

Xangô Kaô – Comando na Linha de Xangô

Xangô Agojo – Representante de Xangô na Linha de Ibeji

Xangô Alufam – Representante de Xangô na Linha das Senhoras

Xangô Agodô – Representante de Xangô na Linha de Oxalá

 

Linha de Ogum:

Ogum Megê – Representante de Ogum na Linha das Almas

Ogum Rompe Mato – Representante de Ogum na Linha de Oxóssi

Ogum Guerreiro – Comando da Linha de Ogum

Ogum de Nagô – Representante e Ogum na Linha de Xangô

Ogum Dilê – Representante de Ogum na Linha de Ibeji

Ogum Beira Mar – Representande de Ogum na Linha das Senhoras

Ogum de Malê – Representande de Ogum na Linha de Oxalá

 

Linha de Oxóssi:

Caboclo Arruda – Representante de Oxóssi na Linha das Almas

Caboclo Pena Verde – Comando da Linha de Oxóssi

Caboclo Araribóia – Representante de Oxóssi na Linha de Ogum

Caboclo Cobra Coral -Representante de Oxóssi na Linha de Xangô

Caboclo Guiné – Representante de Oxóssi na Linha de Ibeji

Caboclo Jurema – Representante de Oxóssi na Linha das Senhoras

Caboclo Pena Branca – Representante de Oxóssi na Linha de Oxalá

 

Linha das Almas:

Vovó Maria Conga – Comando na Linha das Almas

Vovó Arruda – Representante das Almas na Linha de Ogum

Pai Benedito – Representante das Almas na Linha de Xangô

Pai Tomé – Representante das Almas na Linha de Oxóssi

Pai Joaquim – Representante das Almas na Linha de Ibeji

Pai Congo – Representante das Almas na Linha das Senhoras

Pai Guiné – Representante das Almas na Linha de Oxalá

 

 


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Mudança endereço 2

Category : Acontece , Cursos do CUBJ

EM BREVE, NOVO ENDEREÇO

Estamos preparando tudo para a mudança. Infelizmente como não temos nossa sede ainda, e os valores imobiliários sobem muito, não poderemos mais ficar onde estamos. Fechar, jamais! Apenas mudaremos algumas quadras, mas desta vez, para mais próximo do Metrô Carrão, próximo da UNICID.

Em breve, quando estivermos com tudo pronto, postaremos nosso novo endereço.

Aguardem.


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Atendimento com Baianos

Category : NAO USAR

          Semanalmente atendemos ás sextas-feiras com entrega das senhas a partir das 19h e inicio dos trabalhos as 20h, esta semana a gira de atendimento será com os Baianos, um povo alegre e sempre pronto para ajudar a todo instante. É comum ver em giras de atendimento, médiuns incorporados com Baianos, Baianas, Cangaceiros e Zé Pilintra.

          A Linha dos Baianos, também chamada “Povo da Bahia”, traz uma referência ao início da descoberta do país, à colonização e às origens de um povo que é “a cara do Brasil”. A Bahia e seu povo sintetizam o grande “caldeirão” de diversidades que é o Brasil, seja quanto às origens dos povos que aqui vivem e convivem pacificamente, seja quanto aos seus valores culturais e religiosos etc.

         Com efeito, o povo baiano é fraterno, universalista, devoto, fervoroso, persistente, alegre, festeiro, cheio de ginga, de ritmo e magia. E a Linha reflete tudo isso.

         Quando um Baiano (ou Baiana) incorpora num médium e ouve, aconselha e direciona o consulente em sofrimento, ele está fazendo mais do que isto. Está mostrando que cada Povo tem seu valor, sua bagagem moral e cultural, seus valores religiosos e a “sua” maneira de fazer o Bem e que todos podem contribuir para o progresso comum. Acima de tudo, mostram que somos diferentes, mas isso não é ruim, pois o que de fato importa são os valores que carregamos no íntimo.         

         E assim quebram-se preconceitos… E sem alarde e sem armas de guerra…

         Isto se chama Fraternidade. Em silêncio e de forma simples, os Guias da Umbanda nos ensinam e auxiliam muito mais do que podemos imaginar, porque nos revelam que somos parte de uma única “raça”: a Raça Universal dos Filhos de Deus…


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Gira de Baianos

Category : NAO USAR

          GIRA COM BAIANOS

        Semanalmente atendemos ás sextas-feiras com entrega das senhas a partir das 19h e inicio dos trabalhos as 20h, esta semana a gira de atendimento será com os Baianos, um povo alegre e sempre pronto para ajudar a todo instante. É comum ver em giras de atendimento, médiuns incorporados com Baianos, Baianas, Cangaceiros e Zé Pilintra.

          A Linha dos Baianos, também chamada “Povo da Bahia”, traz uma referência ao início da descoberta do país, à colonização e às origens de um povo que é “a cara do Brasil”. A Bahia e seu povo sintetizam o grande “caldeirão” de diversidades que é o Brasil, seja quanto às origens dos povos que aqui vivem e convivem pacificamente, seja quanto aos seus valores culturais e religiosos etc.

         Com efeito, o povo baiano é fraterno, universalista, devoto, fervoroso, persistente, alegre, festeiro, cheio de ginga, de ritmo e magia. E a Linha reflete tudo isso.

         Quando um Baiano (ou Baiana) incorpora num médium e ouve, aconselha e direciona o consulente em sofrimento, ele está fazendo mais do que isto. Está mostrando que cada Povo tem seu valor, sua bagagem moral e cultural, seus valores religiosos e a “sua” maneira de fazer o Bem e que todos podem contribuir para o progresso comum. Acima de tudo, mostram que somos diferentes, mas isso não é ruim, pois o que de fato importa são os valores que carregamos no íntimo.         

         E assim quebram-se preconceitos… E sem alarde e sem armas de guerra…

         Isto se chama Fraternidade. Em silêncio e de forma simples, os Guias da Umbanda nos ensinam e auxiliam muito mais do que podemos imaginar, porque nos revelam que somos parte de uma única “raça”: a Raça Universal dos Filhos de Deus…


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Curso de Magia Divina

Category : Cursos do CUBJ

CURSO DE MAGIA DIVINA – Formando turmas

Temos inscrições para novos grupos de estudo da Magia Divina durante todo o ano, para informações entre em contato solicitando informações através do e-mail: contato@cubj.com.br – aulas apenas aos sábados e domingos.
O estudo da Magia Divina começou em 1999 e até hoje já iniciou dezenas de milhares de pessoas, que passaram a ter nos seus graus recursos imagísticos, inimaginados por elas. Desde seu início a Magia Divina surpreendeu a todos pela sua praticidade e objetividade no desencadeamento de ações magicas em benefício das pessoas necessitadas. Eu tenho estimulado o estudo dela porque conheço seus resultados benéficos!

Entre às milhares de pessoas que se iniciaram nela, centenas já se tornaram magos iniciadores e hoje iniciam outras pessoas, criando uma corrente de transmissão de iniciações.

Às pessoas que desconhecem a Magia Divina ou não tiveram a oportunidade de se iniciar nela, afirmo-lhes que iniciar-se é graduar-se diante de Deus e de Suas Divindades- mistérios, para melhor servi-lo aqui na terra, prestando aos seus semelhantes um auxilio inestimável, porque todos somos necessitados, em algum momento, do auxílio da magia, seja ela de fundo religioso ou puramente magico.
Nas religiões, alguns de seus rituais são mágicos, ainda que não sejam entendidos como tal devido todo um cerimonial que reveste esses rituais mágicos. Não que isto seja errado, e sim, é indispensável para que seus seguidores sejam ajudados de uma forma mais rápida, porque tudo que é gerado de forma negativa pelos seres humanos, por eles deverá ser reparado ou anulado. E isto é o campo da Magia Divina, que nos auxilia na solução desses desequilíbrios, tipicamente humanos.

A experiência de tantos anos de ensino da Magia Divina nos mostrou que os que nela se iniciam desenvolvem uma compreensão melhor sobre o mundo espiritual, também conhecido como sobrenatural. Fato esse que anulam em seus íntimos muitos dos temores sobre o outro lado da vida.
Mas, além disso, as pessoas que se iniciam desenvolvem alguns poderes que as habilitam a auxiliar seus semelhantes, independente da religião que seguem, porque a Magia Divina não interfere na crença religiosa dos que nela se iniciam. Esses poderes são adquiridos durante as suas iniciações e tornam-se parte do poder pessoal do iniciado, fato esse que o gradua e o habilita a prestar o auxílio aos necessitados onde quer que se encontre, sem outras necessidades além dos poderes adquiridos.

A Magia Divina não abre para os que nela se iniciam o lado sombrio ou negativo do submundo astral e, por isso, não tem aplicação destrutiva ou prejudicial a ninguém, podendo ser iniciado nela todas as pessoas que gostam de ajudar seus semelhantes.

O ditado popular que diz isto: -“Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos!” – é verdadeiro, assim como também o é o que nos revela que, para servirmos Deus, temos que nos preparar e nos aprimorar nos seus mistérios divinos, capacitando-nos para sermos seus instrumentos aqui na Terra ou depois, no Plano espiritual. Conceda a si um momento de desenvolvimento do seu poder pessoal, poder este que, com o tempo se transformará em um dom pessoal, o qual fluirá naturalmente através do seu pensamento e da sua boa vontade em semear o bem onde a sua semeadura se fizer necessária.                                                                                                         Fonte: Texto de Rubens Saraceni.

O primeiro grau iniciático é a Magia Divina das Sete Chamas Sagradas, a popular Magia do Fogo.

Sua simplicidade e facilidade de apreensão são as responsáveis pela sua receptividade entre os adeptos da Magia, e a sua praticidade abre as portas para seus praticantes trabalharem com ela onde quer que estejam, já que dispensa paramentos e rituais que dificultariam sua aplicação.

Os graus da Magia Divina são em número de 77 mas apenas alguns já foram passados ao plano material:

  • Magia das Sete Chamas Sagradas;
  • Magia das Sete Pedras Sagradas;
  • Magia das Sete Ervas Sagradas;
  • Magia Angélica / dos Anjos;
  • Magia dos Gênios;
  • Magia dos Raios Sagrados;
  • Magia dos Elementais;
  • Magia das Sete Conchas Sagradas;
  • Magia das Sete Luzes Sagradas;
  • Magia das Sete Cores Sagradas;
  • Magia dos Sete Mantos Sagrados;
  • Magia das Sete Cruzes Sagradas;
  • Magia das Sete Espadas Sagradas;
  • Magia Aquática / 7 Águas Sagradas;
  • Magia dos Sete Eixos Sagrados;
  • Magia dos Sete Giros Sagrados;
  • Magia dos Sete Símbolos Sagrados;
  • Magia das Sete Essências Sagradas;
  • Magia das Sete Vestes Sagradas;
  • Magia das Sete Esferas Sagradas;
  • Magia dos Sete Portais Sagrados.

Outros Graus de magia Divina Sagrada que poderão vir a ser abertos pelo astral superior: Magia do Tempo, Magia Telúrica, Magia Eólica, Magia dos Sete Escudos Sagrados, Magia Energética, Magia das Sete Lanças Sagradas, Magia das Sete Flechas Sagradas, Magia Arcangélica, Magia das Sete Estrelas Sagradas, Magia das Sete Pembas Sagradas, Magia dos Sete Triângulos Sagrados.    Texto do colégio de magia.