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Mudança endereço 2

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EM BREVE, NOVO ENDEREÇO

Estamos preparando tudo para a mudança. Infelizmente como não temos nossa sede ainda, e os valores imobiliários sobem muito, não poderemos mais ficar onde estamos. Fechar, jamais! Apenas mudaremos algumas quadras, mas desta vez, para mais próximo do Metrô Carrão, próximo da UNICID.

Em breve, quando estivermos com tudo pronto, postaremos nosso novo endereço.

Aguardem.


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Curso de Magia Divina

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CURSO DE MAGIA DIVINA – Formando turmas

Temos inscrições para novos grupos de estudo da Magia Divina durante todo o ano, para informações entre em contato solicitando informações através do e-mail: contato@cubj.com.br – aulas apenas aos sábados e domingos.
O estudo da Magia Divina começou em 1999 e até hoje já iniciou dezenas de milhares de pessoas, que passaram a ter nos seus graus recursos imagísticos, inimaginados por elas. Desde seu início a Magia Divina surpreendeu a todos pela sua praticidade e objetividade no desencadeamento de ações magicas em benefício das pessoas necessitadas. Eu tenho estimulado o estudo dela porque conheço seus resultados benéficos!

Entre às milhares de pessoas que se iniciaram nela, centenas já se tornaram magos iniciadores e hoje iniciam outras pessoas, criando uma corrente de transmissão de iniciações.

Às pessoas que desconhecem a Magia Divina ou não tiveram a oportunidade de se iniciar nela, afirmo-lhes que iniciar-se é graduar-se diante de Deus e de Suas Divindades- mistérios, para melhor servi-lo aqui na terra, prestando aos seus semelhantes um auxilio inestimável, porque todos somos necessitados, em algum momento, do auxílio da magia, seja ela de fundo religioso ou puramente magico.
Nas religiões, alguns de seus rituais são mágicos, ainda que não sejam entendidos como tal devido todo um cerimonial que reveste esses rituais mágicos. Não que isto seja errado, e sim, é indispensável para que seus seguidores sejam ajudados de uma forma mais rápida, porque tudo que é gerado de forma negativa pelos seres humanos, por eles deverá ser reparado ou anulado. E isto é o campo da Magia Divina, que nos auxilia na solução desses desequilíbrios, tipicamente humanos.

A experiência de tantos anos de ensino da Magia Divina nos mostrou que os que nela se iniciam desenvolvem uma compreensão melhor sobre o mundo espiritual, também conhecido como sobrenatural. Fato esse que anulam em seus íntimos muitos dos temores sobre o outro lado da vida.
Mas, além disso, as pessoas que se iniciam desenvolvem alguns poderes que as habilitam a auxiliar seus semelhantes, independente da religião que seguem, porque a Magia Divina não interfere na crença religiosa dos que nela se iniciam. Esses poderes são adquiridos durante as suas iniciações e tornam-se parte do poder pessoal do iniciado, fato esse que o gradua e o habilita a prestar o auxílio aos necessitados onde quer que se encontre, sem outras necessidades além dos poderes adquiridos.

A Magia Divina não abre para os que nela se iniciam o lado sombrio ou negativo do submundo astral e, por isso, não tem aplicação destrutiva ou prejudicial a ninguém, podendo ser iniciado nela todas as pessoas que gostam de ajudar seus semelhantes.

O ditado popular que diz isto: -“Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos!” – é verdadeiro, assim como também o é o que nos revela que, para servirmos Deus, temos que nos preparar e nos aprimorar nos seus mistérios divinos, capacitando-nos para sermos seus instrumentos aqui na Terra ou depois, no Plano espiritual. Conceda a si um momento de desenvolvimento do seu poder pessoal, poder este que, com o tempo se transformará em um dom pessoal, o qual fluirá naturalmente através do seu pensamento e da sua boa vontade em semear o bem onde a sua semeadura se fizer necessária.                                                                                                         Fonte: Texto de Rubens Saraceni.

O primeiro grau iniciático é a Magia Divina das Sete Chamas Sagradas, a popular Magia do Fogo.

Sua simplicidade e facilidade de apreensão são as responsáveis pela sua receptividade entre os adeptos da Magia, e a sua praticidade abre as portas para seus praticantes trabalharem com ela onde quer que estejam, já que dispensa paramentos e rituais que dificultariam sua aplicação.

Os graus da Magia Divina são em número de 77 mas apenas alguns já foram passados ao plano material:

  • Magia das Sete Chamas Sagradas;
  • Magia das Sete Pedras Sagradas;
  • Magia das Sete Ervas Sagradas;
  • Magia Angélica / dos Anjos;
  • Magia dos Gênios;
  • Magia dos Raios Sagrados;
  • Magia dos Elementais;
  • Magia das Sete Conchas Sagradas;
  • Magia das Sete Luzes Sagradas;
  • Magia das Sete Cores Sagradas;
  • Magia dos Sete Mantos Sagrados;
  • Magia das Sete Cruzes Sagradas;
  • Magia das Sete Espadas Sagradas;
  • Magia Aquática / 7 Águas Sagradas;
  • Magia dos Sete Eixos Sagrados;
  • Magia dos Sete Giros Sagrados;
  • Magia dos Sete Símbolos Sagrados;
  • Magia das Sete Essências Sagradas;
  • Magia das Sete Vestes Sagradas;
  • Magia das Sete Esferas Sagradas;
  • Magia dos Sete Portais Sagrados.

Outros Graus de magia Divina Sagrada que poderão vir a ser abertos pelo astral superior: Magia do Tempo, Magia Telúrica, Magia Eólica, Magia dos Sete Escudos Sagrados, Magia Energética, Magia das Sete Lanças Sagradas, Magia das Sete Flechas Sagradas, Magia Arcangélica, Magia das Sete Estrelas Sagradas, Magia das Sete Pembas Sagradas, Magia dos Sete Triângulos Sagrados.    Texto do colégio de magia.

 

 


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Xamanismo

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CURSO DE XAMANISMO

UM POUCO SOBRE O XAMANISMO E O XAMÃ:

Atualmente o xamanismo pode ser dividido em duas escolas. O xamanismo tradicional*que segue as tradições nativas e *o neo-xamanismo que adapta a essência com práticas terapêuticas e de linhas diversas numa realidade urbana. O xamanismo cobre práticas de cura de ancestrais primitivos e indígenas ao redor do mundo. Gosto de trabalhar num conceito de Xamanismo Universal, que une o xamanismo tradicional e o neo-xamanismo num só movimento para uma ” Nova Consciência”, fazendo conexões entre os conhecimentos esotéricos do Oriente e do Ocidente, sem cair na xenofobia dos povos do passado e nem na banalização típica de muitos movimentos New Age.

Atualmente muitos xamãs, inclusive no Peru, rezam para Cristo e aceitam que Jesus foi um Xamã Iluminado. Podemos numa abordagem mais abrangente dizer que a Doutrina Santo Daime é um xamanismo cristão, assim como a Native American Church nos EUA, a Umbanda , a União do Vegetal, a Barquinha, o Catimbó, os cerimoniais com cogumelos de Maria Sabina, e outros. Existem traços do xamanismo em todas as religiões: no Budismo Tibetano, no Judaísmo, no Tantrismo, no Cristianismo. Isso torna muito desafiante a tarefa de separar o que é e o que não é xamanismo, pois tudo está conectado!

Quando percebemos a conexão Universal entre nós e todos os que viveram e que estamos todos ligados, conectados, compreendemos que todas as histórias fazem parte da nossa história. A consciência da conexão é vital ao aprendizado da convivência mútua. Ninguém vence sozinho. Todos temos a necessidade de nos conectar com algo fora de nós, com nossos companheiros de caminhada e com algo maior que nós todos.

No xamanismo, procuramos aprender com as vozes dos ancestrais, dos velhos, das tradições, das crenças. Esse aprendizado é básico para podermos traçar o mapa de nosso caminho de acordo com o livre arbítrio.

O XAMÃ

O xamã, não se autoproclama. Ele é chamado para suas tarefas espirituais, passa por treinamentos e então é reconhecido pelas pessoas de sua comunidade.

Nos primórdios da humanidade, os seres humanos, sentiam-se frágeis perante as forças da natureza e temiam aqueles que não pertenciam aos seus clãs, animais, etc.

Para suprir essas carências, surge o xamã como um “organizador do caos” para despertar a consciência. Assim eles recorriam àquele que era concebido como um guerreiro que atuava com armas espirituais, que faziam a ponte entre o mundo dos homens e espíritos.

A palavra xamã tem sua raiz na Sibéria, vinda da palavra “saman”, aparentado com o termo sânscrito “sramana” que significa: inspirado pelos espíritos.

O xamã pode ser homem ou mulher.

O termo xamã foi adotado, pela antropologia, para se referir a pessoas de uma grande variedade de culturas não ocidentais, que antes eram conhecidas como : bruxo, feiticeiro, curandeiro, mago, mágico, vidente, sacerdote, pajé, homem da medicina, o terapeuta, o conselheiro, o contador de estórias, o líder espiritual e outros.

Defini-se o xamanismo como um conjunto de crenças ancestrais que estabelecem contato com uma realidade oculta, ou estados especiais (alterados) de consciência, a fim de obter conhecimento, poder, equilíbrio saúde para si mesmo e para as pessoas

O xamã, não se autoproclama. Ele é chamado para suas tarefas espirituais, passa por treinamentos e então é reconhecido pelas pessoas de sua comunidade. A iniciação tem um fundamento nas bênçãos recebidas pelos instrutores que passam uma espécie de “autorização espiritual” para conduzir cerimônias. Isso é honrar o conhecimento e não usurpar, e nem banalizar o processo de iniciação espiritual. Trata-se de um sacerdócio. É uma missão de utilidade pública.

Sua vocação é demonstrada por perturbações no comportamento ( loucura controlada), vem também por transmissão hereditária, por decisão pessoal onde passa por provas (jejuns, recolhimentos, sacrifícios corporais…) ou é eleito pelo clã. Iniciado pelos espíritos tem uma vivencia de morte simbólica para posterior ressureição. Permanece dias em locais isolados sem falar, comer, e, quase sem respirar. Geralmente conta em suas provas, ao regressar de sua viagens que seus ossos foram arrancados, sua carne raspada, tem a cabeça decepada, isto é o coma iniciático. Ele deve morrer em seu corpo terrestre para renascer em corpo astral. Esqueletos de pessoas, pássaros ou animais, são alguns dos ornamentos dos siberianos. Simboliza o tempo do nascimento do xamã – meio homem – meio animal.

Muitas iniciações também envolvem atravessar brasas (Manchus), nadar sobre o gelo, beber sangue (goldos). Entre os Iacutes, no alto de uma montanha, com o mestre no território das doenças, ensina-se a reconhecer a doença e curá-las. Para cada parte do corpo ele cospé na boca do outro, que deve engolir o seu cuspe para diagnosticar a doença. Os Buriatas faziam a purificação pela água (batismo) com plantas aromáticas e algumas gotas de sangue de bode, para invocar os ancestrais. Segundo Mircea Eliade uma pessoa torna-se xamã por:

1) vocação espontânea (chamamento ou eleição)

2) transmissão hereditária da profissão xamânica

3) por decisão pessoal ou, mais raramente pela vontade do clã.

Mas independentemente do método de seleção, um xamã só é reconhecido como tal no fim de uma dupla instrução:

1) de ordem extática (sonhos, visões, transes, etc.) e

2) de ordem tradicional (técnicas xamânicas, nomes e funções dos espíritos, mitologia e genealogia do clã, linguagem secreta, etc.). É sobretudo a síndrome da vocação mística que nos interessa. O futuro xamã singulariza-se por um comportamento estranho; procura a solidão, torna-se sonhador, adora vaguear nos bosques ou lugares desertos, tem visões, canta durante o sono, etc

Faziam também parte das iniciações o calor (tenda do suor) e com plantas de poder, que proporcionavam o arrebatamento místico, viagens astris etc. Parte-se de um princípio que neste mundo nada é dado de presente, tem que ser aprendido.Aquele que tem por destino ser xamã experimenta um certo mal estar, um certo tédio pela vida, tédio de viver num mundo demasiadamente seguro, sensibilidade voltada para o misticismo e para as forças do inconsciente.

Trata-se de um sacerdócio. Muitas pessoas querem ser xamãs sem conhecerem as obrigações inerentes a essa função, a entrega. É uma missão de utilidade pública. Várias pessoas se denominam, mas o que determina é o trabalho espiritual. Tem gente que se denomina ator político, técnico de futebol, terapeuta, professor. Tem gente que se denomina espiritualista. Tem gente que se denomina Pai-de-Santo. Enfim, no xamanismo também!

Atualmente existem muitas pessoas que se autodenominam xamãs, que no final das contas aprenderam alguns conceitos, mas nunca foram numa floresta, nunca foram a estados profundos de consciência, não estão inseridos numa comunidade espiritual, mas estão dando aulas.

É uma iniciação séria e não uma prática que se aprende em um final de semana. Um xamã transformou a sua vida, conseguiu a sua cura através de profundos processos de morte e renascimento, lidou com perdas, enfrentou entidades, enfrentou sua própria sombra, e obteve o conhecimento essencial e o reconhecimento de seus instrutores para poder compartilhar com os outros. Lembro também que xamanismo não é só praticas de rituais e cerimônias, e sim uma forma de vida, uma nova visão do mundo, que se aplica, primeiramente no condutor.

São anos de preparação. Está além dos rituais é um jeito de viver .Ser um xamã é abraçar um sacerdócio, não é um trabalho somente terapêutico, é uma caridade de alto risco, é assumir uma responsabilidade com o Universo de viver em harmonia com a natureza, de ajudar o próximo, de transformar o ambiente em que vive, de ser aparelho de transformações nas pessoas que dele se aproximam. Uma mudança radical, profunda, verdadeira. Ser xamã não é uma profissão, é um dom.

Ninguém, entretanto, precisa ser um xamã para praticar xamanismo. Você pode ir à missa, sem se tornar um padre. Ser xamã Implica em iniciações e transformações de profundo significado que visam preparar o aprendiz para ajudar o próximo, e passar a sua vida nisso. Não são todos os que estão preparados para abrirem suas vidas para se dedicarem verdadeiramente ao outro. Não se aprende a ser xamã em salões de espaços esotéricos. Neles você encontrará as práticas xamânicas, que lhe colocarão em contato com a egrégora, isto, se o condutor for realmente um iniciado e não um oportunista que nunca se entregou a processos de morte e transformação e só fez o caminho das flores sem tocar nos espinhos. No xamanismo também aprendemos a lidar com o Mundo da ilusão.

Perante a sociedade atual em que vivemos é a mesma coisa. Não basta ter conhecimentos médicos, se a sociedade não dá um diploma não é possível exercer a medicina de forma legal. Não basta ter conhecimento sobre as emoções, se não receber um diploma, ou melhor, se não há uma formatura, é possível ser conselheiro, mas não psicólogo ou psiquiatra. Tudo que é sério requer um ritual de passagem, uma iniciação.

Os xamãs carregam o conhecimento espiritual e da vida, passados oralmente, lembrando a sabedoria dos antepassados. Eles conduzem os ritos de passagem, encorajam a comunidade para enfrentar os desafios, aglutinam a consciência comunitária, criando uma identidade grupal. O xamã é um especialista do Sagrado. Ele é capaz de mover-se entre os diversos estados de consciência. O xamã é uma pessoa que trabalha em Estado Alterado de Consciência ( estado extático, transe, estado transcendente – onde a pessoa percebe uma “realidade incomum”.) e deve conhecer os métodos básicos para realizar esse trabalho. Os xamãs são grandes conhecedores da floresta e das propriedades das plantas .

O xamã é o especialista do invisível.

 


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Desenvolvimento Sacerdotal

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Desenvolvimento (mediúnico) Sacerdotal

A partir deste mês (fevereiro/17), o desenvolvimento mediúnico do CUBJ está encerrado!

Visando ter médiuns com conhecimento de qualidade e maior aproveitamento de sua mediunidade, nós decidimos que “girar” apenas é pouco, e que a informação deve ser passada abertamente, uma vez que o que ensinamos é religião, e não através de cursos para pagar financiamento de casa e carro, muito menos para sustentarmos nossas casas de morada.

Decidimos então juntar o que é conhecido como “curso de teologia, doutrina e sacerdócio”, ao que ontem chamávamos de “desenvolvimento mediúnico” e resultou no que a partir de hoje em nossas dependências, será chamado de “DESENVOLVIMENTO SACERDOTAL”, seguiremos os princípios do Templo de Anubis (Egito), ou seja, os médiuns que temos em nosso corpo mediúnico passaram a ter todo conteúdo religioso durante as aulas de desenvolvimento, passaram a fazer parte de um grupo preparado apenas para atendimento. Sim, este é a partir de agora o nosso foco. Não abriremos vagas para novas turmas de desenvolvimento, nos ateremos ao fato de apenas atendermos. O foco desta casa agora é preparar médiuns apenas para atendimento e com conhecimento mais aprofundado.

 A cada dois anos abriremos vagas com um número muito limitado para novos médiuns, na verdade condicionado à quantidade de médiuns que se desligarem da casa, a proposta é que o médium entre para desenvolver sua mediunidade tendo juntamente com o desenvolvimento o conteúdo do curso de teologia, doutrina e sacerdócio na pratica, dessa maneira ele ao termino de um ano e oito meses terá tido informação religiosa suficiente para decidir se QUER continuar na casa e trabalhar nas giras de atendimento ou se prefere seguir seu caminho.

NÃO FORMAREMOS SACERDOTES NO ATACADO, nem ridicularizaremos o então curso ministrado por muitas casas, apenas adotamos a política de que os médiuns da casa, para atender, deverão possuir um mesmo nível de conhecimento coletivo, e que todos o terão gratuitamente, pois já pagam a mensalidade de manutenção do espaço, o que muda é que ao invés de virem girar e ficarem procurando informação fora, a terão tudo no mesmo lugar e que ao termino de 1 ano e 8 meses, estarão atendendo na mesma casa que aprenderam, não precisaram sair procurando onde dar continuidade.

Nossa ideia não é propagar o conhecimento e leva-lo a um grande número de pessoas, pois isso muitas casas já o fazem e muito bem.

A nossa proposta é ter no atendimento da casa, médiuns com melhor aproveitamento de sua mediunidade e com qualidade semelhante entre todos. Vamos dar aos médiuns da casa o que eles de fato buscam e precisam para dar continuidade ao trabalho iniciado a mais de um século pelo fundador da Umbanda.

Não vamos “vender curso de instrução religiosa para médiuns” e depois simplesmente deixá-los à deriva, serão preparados para atenderem com maestria em nossas dependências.

Vamos abrir vagas para o “Desenvolvimento Sacerdotal” ao número máximo de 80 médiuns. E novas vagas surgirão a cada dois anos na mesma quantidade de médiuns que deixarem a casa, em razão deste sistema adotado, estaremos adotando o termo “Templo Escola” e retirando o atual “colégio” de nossa nomenclatura para os próximos meses.

Aproveito a ocasião para deixar claro que não estamos virando indústria de dirigentes, e sim nos limitaremos ao nosso número máximo de lotação para atendimento, este será o número de médiuns que teremos, e novas vagas somente a cada dois anos e na mesma quantidade de médiuns que deixarem a casa, do contrário, não havendo saídas e nem desistências, novas vagas não serão abertas, e para o corpo mediúnico da casa, TODO o conhecimento de cunho religioso será aberto sem ser cobrado nada a parte.

Respeitamos o trabalho de outras casas que tem a abertura do curso para pessoas de fora, mas como disse anteriormente, estas casas tem a função de propagar a religião além dos atuais números e limites que temos hoje, a nossa proposta é a de qualificar médiuns da casa, não sermos um ponto propagador, mas sim um local apenas de atendimento ao público e lapidação dos membros da casa, não seremos mais um local de aprendizagem aberta a todos.

Cursos extras, não ligados aos trabalhos da casa, serão ministrados por terceiros em dias diferentes e não terão a participação dos membros da casa, pois os mesmos terão em sua grade anual TODOS os cursos que a casa oferecer ao público em aberto.

Nosso período de inscrição para o “Desenvolvimento Sacerdotal” (como denominamos) está aberto a partir de hoje até dia 21 de março, inscrições pelo e-mail: contato@cubj.com.br